Live to ride/write Ride/write to live

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Invasão verde e revival

Bom, Kawasaki chegou a Lisarb, Ninjinha parece que vem aí a preços nada módicos [17 pila tá bão proceis??], é capa da Duas Rodas, e o biiiiiiig brother dos motociclistas Jooji Hato (a santa alma que fez o projeto de lei para abolir garupas em SP, depois de ter sua 600cc levada por uma dupla, de moto), deu o ar da sua graça no evento de lançamento, para alegria do nosso amigo-motonliner-jurídico André.
No site, contagem regressiva, até as informações irem para o ar (será que precisam de assessor de imprensa????? Hehe).





Isso colocou os lançamentos da Honda no esquecimento, por algumas horas!

Nesse meio tempo, o Tite começa uma nova série em seu brógui. Depois do Vida Corrida, aí vem o Lêndeas do Motociclismo, com os abortos motociclísticos que mal (ou nem) chegaram a dar as caras, ou melhor, as rodas, no mercado.

Sessão revival num dos posts: o que era pra ser uma 170cc, virou a CBX Aero 150. E foi numa dessa, ano 89, que comecei a dar minhas primeiras navalhadas!!! Mas com aquele câmbio duro do karai, acabei ficando só na auto-escola mesmo, pra dar voltas de verdade anos depois, com a minha amanteigada Kashmir. Mas sempre que vejo uma por aí [dificilmente bem conservada], bate aquele saudosismo.

Essa loira aí é a Leidi, minha irmã caçula, que hoje é ruiva, e mãe da Júlia!


Mas é engraçado. Proclamei o nome da Aero em um dos textos do TCC, pra situar alguns modelos. Afinal, como eu costumava dizer, no fundo, no fundo, era uma Twister, já que foi a precursora da Strada 200 que posteriormente deu lugar à TW, que herdou aquela relação escandalosa, além do kick back de brinde. Falando nisso, será q a injetada será mais silenciosa? Qdo fui pra SP com meu pai, que ia com a antiga TW 02 à frente, ouvia mais o barulho da dele do que da minha.



Essa loira aí é a Gi, minha irmã primogênita, mãe do Lukinha e que hoje voltou ao castanho original! A Leidi já tinha adotado o vermelho de vez. Foto de 2006, naquela época só eu tinha filho: a Kashmir!
Essa TW 02 era barulhenta, mas andava pra kct! Só que nunca me dei bem com aquele acelerador durão dela...


Falando nisso, véio não tá nada feliz com a TW 05. Chegou em casa outro dia na hora q eu saía pra facul. Propus uma “troca temporária”, mas a pobre estava, além de xoxa pro seu tamanho, um tanto zicada. Ando de 125, mas pelo menos a CG tá saudável! Hehe..


Com tanta insatisfação, talvez o próximo passo seja uma CBR 450, cuja avaliação está por conta do Niltão, em SP. Eu não diria que é um bom negócio, mas tô no camarote pra ver até onde vai essa novela de troca, ainda mais com o papi xiita q eu tenho..


Já que abri o baú de vez, aí vai outro antes e depois: eu, com 6 anos, fazendo pose com a CGzinha do véio, na qual comecei andando no tanque (sem saber andar com as próprias pernas!). Na outra, com as próprias rodas num encontro em Tietê-SP, em 2006, quando comecei a ter certeza de que moto-na-estrada+rock+acampamento é tudo de bão!!




1 comentários:

Mário disse...

Essa muié é doida. Passa uma semana longe do teclado e quando volta quer escrever tudo num único post, ô loco meu.

Na primeira parte fiquei boiando. Gosto de rock mas nada disso que você mencionou kkkkkkkk. prefiro os conjuntos lá da minha época, idos anos 70. Pink Floyd, Gênesis, Yes e outros de primeira qualidade.

Realmente, andar de moto tá foda, e não é só aí em Sampa não, é em qualquer canto. Tem hora que dá vontade de comprar um Land Rover com pára-choques de trilho de trem e venha o que vier uhúúúúúúú

Gostei da "carga" da TW 02, show.

Inté, bjs

Quem??

Minha foto
27 anos, repórter e moto+ciclista. Limeirense, paulistana de consideração e com sangue baiano de uma longa linhagem. Sangue tipo A+ contendo altíssimas doses de paixão por duas rodas e pelo bom e velho rock’n’roll – e pela liberdade, já que “minhas raízes estão no ar, minha casa é qualquer lugar”... Não sou de direita nem esquerda, sou da contramão do lugar-comum.

Meus clicks

Loading...

Aquele que conhece os outros é inteligente. Aquele que conhece a si mesmo, é
iluminado

Lao Tsé